O ex-assessor da administração de Joe Biden Phil Gordon afirmou que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, introduziu uma série de novas condições contrariando o conselho de seus próprios chefes de segurança, inviabilizando um acordo de reféns por mais seis meses após julho de 2024, em publicação citada pelo Jerusalem Post.
Segundo Gordon, nesse período quase 9 mil palestinos a mais foram mortos e mais reféns israelenses morreram, incluindo os seis executados pelo Hamas em agosto. Entre as novas exigências citadas por Gordon estava manter forças israelenses ao longo de toda a fronteira de Gaza com o Egito – trecho que as Forças de Defesa de Israel (IDF) só ocuparam depois de a proposta original já ter sido feita –, além de um mecanismo de triagem de palestinos que voltavam ao norte.