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A oposição israelense pediu uma investigação criminal contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu depois que seu ex-secretário militar, Avi Gil, disse numa entrevista que o gabinete do primeiro-ministro adulterou registros do dia do ataque.

Segundo Gil, o chefe de gabinete de Netanyahu tentou fazer com que uma ligação das 6h40 fosse registrada como feita às 6h29, o minuto em que o ataque começou. O ex-assessor também acusou Netanyahu de priorizar sua sobrevivência política em vez de um acordo que libertaria os reféns.

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