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A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou a Meta de interferência eleitoral em 11 de outubro de 2026, depois que seus conteúdos nas plataformas da empresa foram supostamente bloqueados.

Antes do primeiro turno vencido por Flávio Bolsonaro, os perfis de Lula e de outros líderes de esquerda sumiram da busca do Instagram, segundo a France 24. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu 48 horas para a Meta esclarecer se reduziu o alcance de posts da campanha de Lula, segundo o The Hindu. A Meta negou as acusações e as chamou de “simplesmente falsas” e sem respaldo nos fatos, segundo a France 24.

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