A rede A7, fundada no Quirguistão com apoio de Moscou, opera por uma constelação de empresas de fachada em jurisdições como Hong Kong, Turquia e vários países africanos, conforme o El País.
Uma investigação do Financial Times apurou que mais de US$ 6,9 bilhões passaram por bancos internacionais como Standard Chartered, Citigroup e Deutsche Bank por meio do esquema.