O Estreito de Ormuz tem hoje apenas alguns navios por dia, navegando por conta e risco próprios ou escoltados pela Marinha dos Estados Unidos, uma fração mínima do tráfego que passava pela via antes dos primeiros ataques ao Irã no início de 2026, segundo o El País, em reportagem de 27 de setembro de 2026.
O Catar, segundo maior exportador mundial de gás natural liquefeito (GNL), foi forçado a cancelar a maior parte de suas vendas à União Europeia (UE) e à Ásia, alegando “força maior” com o fechamento de Ormuz. As reservas continentais de GNL, essenciais para a indústria e o aquecimento, estão no menor nível em mais de uma década, cerca de 20 pontos percentuais abaixo do normal para esta época do ano.